Stress?
- Por Manuela Barros - Jornalista Revista ASSESP

- 5 de fev. de 2021
- 1 min de leitura

Várias vezes já chamamos atenção em nossas reportagens para a questão psicológica dos policiais, que têm como missão proteger a sociedade.
É de conhecimento generalizado que a profissão é de alto risco e, por si só, fonte de pressão psicológica. Todavia, ainda podemos adjuntar outros itens que contribuem para o agravo desta pressão, como salários não compatíveis com a função, uma rígida linha de conduta, a carência de recursos humanos e materiais para um combate apropriado e a desvalorização do policial como um todo.
A sociedade encontra-se doente. E a Polícia não é diferente. Profissionais adoecidos mentalmente continuam com as armas ao alcance. E assim acontecem tragédias como as que temos relatado com bastante frequência de policiais que se suicidam, que fazem algo contra a própria família ou ainda colegas, como o fato que aconteceu em Curitiba nesta madrugada.
Indo para uma ocorrência, dois policiais militares se desentenderam dentro da viatura e o fato acabou em tragédia. O policial Elias Patanoski (31) atirou e matou o colega de farda Lécio Tadeu dos Santos (42). O motivo da briga teria sido porque Elias repreendeu o então condutor Lécio pela forma de condução da viatura. Veja a reportagem a seguir com mais detalhes e com depoimento do Coronel Hudson, subcomandante-geral da PMPR.
Na foto: À esquerda, o PM morto, e à direita, o policial que atirou.









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